Uso de cookies

Para você navegar neste website, usaremos cookies para melhorar e personalizar sua experiência. Saiba mais em nossa política de de privacidade.

Festival Sul em Dança celebrou 23 anos com intensa programação no Teatro FIERGS

 

De 23 a 27 de setembro, a capital gaúcha recebeu um dos maiores festivais de dança do Brasil, que é realizado pela empresa leopoldense Arte & Ideias, dirigida por Margit Kölling

Margit Kölling dirige a Art & Ideias, produtora que está à frente do Festival Sul em Dança

A 23ª edição do Festival  Sul em Dança, evento que se consolidou como referência no cenário cultural do Rio Grande do Sul e atrai companhias e bailarinos de todo o país, aconteceu de 23 a 27 de setembro no Teatro FIERGS, em Porto Alegre. A realização é da ARTE&IDEIAS Gestão e Produção, sediada em São Leopoldo, e direção de Margit Kolling, o Festival reúniu apresentações de grupos convidados, etapa de competições em diversas categorias e estilos, premiações que reconhecem a excelência técnica e artística dos participantes, mostras especiais que destacam a diversidade da dança brasileira e espaços de formação com workshops e encontros entre profissionais do setor.

A iniciativa reunirá artistas com performances de balé clássico, repertório, dança contemporânea, jazz, danças urbanas e estilo livre. Ao longo de 23 anos de trajetória contínua, o Festival já reuniu mais de 80 mil participantes, impactou 9 estados e 162 cidades, levou mais de 12,6 mil
coreografias ao palco e recebeu mais de 255 mil espectadores presenciais, com R$ 285 mil em premiações distribuídas. Esses números evidenciam a consistência de um projeto que fortalece a cena artística, amplia oportunidades para artistas e promove acesso à cultura como instrumento de bem-estar e transformação social.

“Há mais de duas décadas, o Sul em Dança transforma arte em formação, inclusão e desenvolvimento humano. Um projeto de impacto comprovado, que consolidou o Rio Grande do Sul como referência nacional em dança e cultura”, destacou Margit, reforçando que os festivais de dança são fundamentais para o meio artístico porque funcionam como plataformas de criação, circulação, formação de
público e preservação da memória cultural, além de fortalecer redes de profissionais e impulsionar a economia criativa. A economia criativa movimenta R$ 393,3 bilhões por ano no Brasil, o equivalente a 3,59% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, conforme o Mapeamento da Indústria Criativa, organizado pela Casa Firjan, centro de inovação, cultura e tecnologia com sede no Rio de
Janeiro.

O Festival Sul em Dança é viabilizado pela Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais, do Ministério da Cultura, com patrocínio máster da STIHL, patrocínio da UNIQUE e apoio cultural do RISSUL, TFL, Teatro FIERGS, RBS, Novotel Aeroporto e Ibis Assis Brasil.

Com capacidade para 1.757 lugares e infraestrutura de excelência para grandes produções nacionais, o Teatro FIERGS — localizado na Avenida Assis Brasil, 8.787, no bairro Sarandi — é o palco escolhido para receber o evento que mistura arte, competição e descoberta de novos talentos. A classificação é livre para todos os públicos e todo o evento contou com acessibilidade física e acessibilidade com libras e audiodescrição nos dias 23 e 27 de setembro (são os dias de libras e audiodescrição).

Coreografia de abertura – Witoria Matias e Matheus Fernandes, premiados como melhores bailarinos da edição dos 22 anos do festival, fizeram a performance de abertura em 2026. Mostraram a obra coreográfica Última Noite, criação de Eduardo Menezes. A performance colocou em foco, entre despedidas e atravessamentos, duas presenças percorrerem a delicada passagem entre permanecer e partir, entre conservar a antiga pele e finalmente abandoná-la. Na dramaturgia dos passos é preciso atravessar a última noite para trocar de pele, deixar para trás aquilo que fomos e descobrir a imensidão daquilo que ainda podemos ser.

Foco nas avaliações – O júri do Sul em Dança 23 anos é formado por Fernando Lima, que é diretor, coreógrafo e professor de jazz e dança contemporânea, fundador do Centro de Dança e Pesquisa Fernando Lima, em Joinville; Tatiana Souza, graduada em Pedagogia, diretora artística, coreógrafa e fundadora da Street Company Tatiana Souza; e Edy Wilson, licenciado em Educação Física, atua como coreógrafo e professor de dança contemporânea, jazz e modern Jazz, com formação por Roseli Rodrigues. Também entre os avaliadores estão Alan Keller, coreógrafo de importantes companhias no Brasil e exterior, além de Pós-graduado em Dança e Consciência Corporal, Pós graduado em Gestão, com ênfase em Gênero e Raça, Especialista em Pedagogia do Movimento e graduado em Educação Física; Anette Lubisco que é pesquisadora e professora de dança jazz, possui formação em História, é pós-graduada em Dança e mestre em Educação; e Ariate Costa, formada em Dança Clássica e Dança vontemporânea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Completam o grupo de jurados Eládio
Prados, professor, diretor de movimento, coreógrafo, pesquisador e produtor artístico; e Manoel Francisco, que tem repertório clássico em companhias como Ballet Teatro Guaíra, Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Basel Ballet e Ballet da Ópera de Zurique, as duas últimas na Suíça, é professor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, companhia que o projetou para carreira
internacional.

Outras notícias

plugins premium WordPress