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ACIST-SL adere à Campanha Banco Vermelho

Mobiliário urbano será inaugurado no dia 23 de junho, em frente à sede administrativa da entidade, no centro de São Leopoldo | Foto: Elizabeth Renz

 

A Campanha Banco Vermelho,  símbolo internacional de enfrentamento e conscientização contra a violência de gênero e o feminicídio, tem agora a adesão da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo.  Instalado na calçada da rua Lindolfo Collor, 439, no centro da cidade, o dispositivo tem inauguração oficial marcada para o dia 23 de junho (terça-feira) às 8h30 e tem um significado especial, pois será a centésima unidade adotada no município. Esta ação complementa outras atividades que a Associação tem realizado para chamar a atenção sobre a violência contra a mulher, como o painel especial sobre feminicídios que consta no Boletim Socioeconômico Trimestral e uma palestra promovida pelo Núcleo de Empreendedoras da entidade sobre os sinais não visíveis da violência e os direitos das trabalhadoras caso vitimadas.

O mobiliário tem caráter informativo e tem mensagens de alerta com destaque para os canais de denúncia e acolhimento disponíveis para as vítimas, como o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) e o 190 (Polícia Militar).

No Brasil, a Campanha Banco Vermelho foi instituída pela Lei nº 14.942/2024, sendo integrada às ações do Agosto Lilás, o mês nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Consiste na instalação de bancos de cor vermelha em espaços públicos, contendo mensagens de alerta e canais de denúncia.

O banco vermelho da ACIST-SL contém mensagens de alerta e orientações sobre os canais de denúncia e acolhimento disponíveis para as vítimas, como o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) e o 190 (Polícia Militar). A iniciativa é conduzida em parceria com o Instituto Banco Vermelho e conta com o apoio de tribunais de justiça e juizados especializados em todo o país. A iniciativa surgiu na Itália em 2016. Em São Leopoldo a campanha tem a participação do Juizado da Violência doméstica de Sâo Leopoldo, através da juíza Rebecca Roquetti Fernandes.

A violência contra a mulher no Brasil é uma das maiores preocupações do país. Pesquisas recentes revelam que cerca de 3,7 milhões de brasileiras sofrem violência doméstica ou familiar por ano, e os registros de saúde contabilizam quase 294 mil notificações de agressões no mesmo período.

 

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